Entenda sobre o assunto

Foi aprovado entre os dias 6 e 10 de julho de 2009, a campanha eleitoral na internet. O senado aprovou a liberdade em campanhas propostas que censuravam a atuação das páginas da web nesse tipo de campanha.

Dentre as regras previstas estão:

Nenhum tipo de tratamento privilegiado a qualquer candidato;
Não será permitido a venda de espaço publicitário na internet;
Debates online e direito de resposta a algum candidato que se sentiu difamado perante algum site;
Será permitido apenas em blogs, sites, comunidades e outras plataformas a propaganda eleitoral, mas será liberado a qualquer eleitor, montar um site de apoio a qualquer candidato.

Alguns pontos que ajudaram na aprovação da lei:

Menor preço;
Maior alcance do público;
Maior tempo;
Relacionamento com o eleitor;
Liberdade e igualdade de chances.

Com o grande aumento de eleitores jovens, a campanha na internet surge como uma ferramenta que pode ajudar na escolha do candidato.

Algo que pode atrapalhar o sucesso da campanha eleitoral na internet é o baixo número de brasileiros que tem acesso a internet. As campanhas de mobilização online nas redes sociais não resultam em uma mobilização nas ruas.

Deputado Flávio Dino (PC do B) explica sobre o tema:

Postado por Carlos César.

Um comentário:

  1. Gostei das três matérias, muito bom pessoal.É um tema que legal, mais uma maneira de saber quem colocar no cargos governamentais. Parabéns.

    Abraço do amigo Thiago Lis

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