Dentre as regras previstas estão:
Nenhum tipo de tratamento privilegiado a qualquer candidato;
Não será permitido a venda de espaço publicitário na internet;
Debates online e direito de resposta a algum candidato que se sentiu difamado perante algum site;
Será permitido apenas em blogs, sites, comunidades e outras plataformas a propaganda eleitoral, mas será liberado a qualquer eleitor, montar um site de apoio a qualquer candidato.
Alguns pontos que ajudaram na aprovação da lei:
Menor preço;
Maior alcance do público;
Maior tempo;
Relacionamento com o eleitor;
Liberdade e igualdade de chances.
Com o grande aumento de eleitores jovens, a campanha na internet surge como uma ferramenta que pode ajudar na escolha do candidato.
Algo que pode atrapalhar o sucesso da campanha eleitoral na internet é o baixo número de brasileiros que tem acesso a internet. As campanhas de mobilização online nas redes sociais não resultam em uma mobilização nas ruas.
Deputado Flávio Dino (PC do B) explica sobre o tema:
Postado por Carlos César.
Gostei das três matérias, muito bom pessoal.É um tema que legal, mais uma maneira de saber quem colocar no cargos governamentais. Parabéns.
ResponderExcluirAbraço do amigo Thiago Lis